★ O prato herói da casa

Costelão de 12 horasno fogo de chão

Sal grosso, lenha e tempo. Nada mais. É assim que se faz a costela do jeito raiz, do jeito que move o churrasco gaúcho desde sempre — e é por isso que ela atravessa fronteiras pra chegar até a sua mesa.

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12 horas de fogo lento

O tempo é
o ingrediente principal

Antes do sol nascer, a costela já está fincada no chão, frente à brasa. São doze horas de calor lento, viradas à mão, controle constante e a paciência que só o churrasqueiro gaúcho conhece. Não tem forno. Não tem atalho. Tem fogo, lenha e tempo.

O sal grosso é o único tempero — ele firma a casca, puxa o sangue da peça e cria aquela crocância que o garfo quebra antes de a fibra se desfazer. Tudo isso acontece à vista, do lado de fora, no nosso galpão crioulo. Você pode chegar mais cedo só pra ver e cheirar.

Quando a peça vai pra mesa, o cheiro chega antes. É lenha, é defumado, é Rio Grande do Sul. A casca crocante de sal cede, e cada fatia se desfaz no garfo carregando o gosto que só o tempo sabe entregar.

Os pilares do costelão raiz

O que faz a nossa
costela ser diferente

Quatro elementos. Nenhum truque. É o churrasco gaúcho como ele é desde os galpões crioulos do interior do Rio Grande do Sul.

01

Lenha

Nada de gás, nada de carvão de saco. Lenha de verdade, escolhida pra dar o calor certo e o aroma que só a brasa entrega.

02

Sal grosso

Único tempero. Firma a casca, valoriza a carne e respeita o sabor original da costela. Do jeito que se faz no campo.

03

Tempo

Doze horas de fogo lento, viradas à mão. É o tempo que faz a fibra render, a gordura derreter e o aroma se concentrar.

04

Técnica raiz

Costela fincada no chão, na frente da brasa. Sem forno, sem grelha. É o método dos galpões crioulos do interior gaúcho.

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a costela do Sul

O costelão é parte do nosso rodízio completo. Escolha a experiência que combina com você — almoço com espeto corrido ou jantar com Festa Gaúcha — e reserve online.